terça-feira, 18 de dezembro de 2018

sábado, 17 de novembro de 2018

Países que fazem parte da América Central (Painel do Coronel Paim)

São países que fazem parte da América Central:Belize
Costa Rica, El SalvadorGuatemala,HondurasNicarágua
PanamáAntígua e Barbuda,BahamasBarbadosCuba
DominicaRepública Dominicana, Granada, HaitiJamaica
Santa Lúcia, São Cristóvão e Névis, 
São Vicente e Granadinas, e ainda Trinidad e Tobago

terça-feira, 13 de novembro de 2018

sábado, 3 de novembro de 2018

São países que fazem parte da América Central:

Belize, Costa Rica, El SalvadorGuatemala,HondurasNicaráguaPanamá
Antígua e Barbuda, BahamasBarbadosCubaDominicaRepública Dominicana, Granada, HaitiJamaica, Santa Lúcia, São Cristóvão e Névis, São Vicente e 
Granadinas, e ainda Trinidad e Tobago.


SAIBA MAIS:

https://www.google.com.br/search?q=paises+da+america+centralo&oq=paises+da+america+centralo&aqs=chrome..69i57j0l5.19079j0j4&sourceid=chrome&ie=UTF-8

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Prefeito é linchado e queimado vivo na Guatemala


Basílio Leja, prefeito do município de Concepción, foi morto por ser suspeito de um atentado que deixou duas adolescentes mortas

O prefeito de uma cidade da Guatemala foi linchado e queimado vivo neste domingo por um grupo de moradores enfurecidos que o acusavam de ser o responsável por um ataque a tiros que deixou duas adolescentes mortas. Basílio Leja, prefeito do município de Concepción, no departamento guatemalteco de Sololá, estava em sua casa quando uma multidão de manifestantes enfurecidos cercou a residência. A casa teve suas portas arrombadas e o prefeito foi arrastado para a rua, onde apanhou muito e posteriormente foi queimado enquanto ainda estava vivo. Carros que estavam na rua também foram queimados.
Segundo os investigadores, o ataque aconteceu porque as pessoas acusavam o prefeito de ser o responsável por um ataque que aconteceu de manhã contra o ex-candidato ao governo local Lorenzo Sequec Juracán. O político foi baleado quando estava em uma caminhonete junto com sua família em uma estrada perto de Concepción. Aparentemente, um veículo bloqueou a estrada e os ocupantes, uma dezena de pessoas, atiraram contra eles, matando Lesbia Noraida Sequec, de 17 anos, e Hermelinda Bocel, de 16, filha e sobrinha de Sequec Juracán, respectivamente. No atentado ficaram feridas outras cinco pessoas, entre elas o político.
Leia também
Basílio Leja, membro do partido Liberdade Democrática Renovada (Lider), tinha sido reeleito para um terceiro mandato nas eleições do dia 6 de setembro. A Guatemala, considerado um dos cinco países mais violentos do mundo, contabilizou 18.000 mortes violentas durante o ano de 2014. O país registra diariamente uma média de quinze assassinatos, dos quais 80% são cometidos com armas de fogo, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU).
(Da redação)

Postado por Carlos PAIM

terça-feira, 7 de julho de 2015

Jimmy Morales desponta como vencedor do primeiro turno na Guatemala


Com mais de 60% das mesas apuradas, o ator evangélico Jimmy Morales, candidato presidencial da Frente Convergência Nacional (FCN), desponta como ganhador das eleições realizadas neste domingo na Guatemala.
Com 64,68% das mesas contabilizadas, Morales, de 46 anos, soma mais vantagem em sua corrida para chegar à presidência e já alcança 26,64% do apoio eleitoral (849.712 votos).
Formado em administração de empresas, embora seja mais conhecido por seu trabalho como comediante em televisão, era a grande surpresa esperada das 14 candidaturas presidenciais.
No entanto, o resultado não lhe bastará para conseguir o comando da República, por não conseguir a metade mais um dos votos necessários, por isso que terá que disputar um segundo turno, fixado para o dia 23 de outubro.
A disputa agora se centra em quem será seu rival, o que ficar em segundo lugar, ocupado até o momento por Manuel Baldizón, do Liberdade Democrática Renovada (Lider), com 17,88%, embora seguido muito de perto pela ex-primeira dama Sandra Torres, do União Nacional da Esperança (UNE), que tem 16,88%.
Segundo confirmou à Agência Efe o Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) acredita-se que a participação nas eleições será histórica e rondará os 78%.
EFE