terça-feira, 2 de agosto de 2011

O que Publicam os Principais Jornais do País, nesta terça-feira (Sinopse Radiobras)


O Globo

Manchete: Na Câmara, Obama aprova o acordo com aliados divididos
Pacote que corta gastos e eleva dívida será votado hoje no Senado

Sem o apoio do seu partido, o presidente Barack Obama conseguiu aprovar, na Câmara dos Representantes, por 269 votos a favor e 161 contra, um pacote que eleva o teto da dívida em US$ 2,1 trilhões e corta gastos em US$ 2,4 trilhões pelos próximos anos. Apenas 95 democratas foram a favor. O pacote é fundamental para evitar que os Estados Unidos entrem em moratória a partir de amanhã, porque o Tesouro não teria autorização para se endividar além do limite de US$ 14,3 trilhões, embora precisasse pagar rendimentos de seus títulos e honrar benefícios sociais. O texto deve ser votado hoje no Senado, de maioria democrata, antes de ir à sanção presidencial. Aguardando a votação que só ocorreu à noite -, os mercados globais fecharam ontem em queda. O temor em relação à economia europeia também fez com que o euro recuasse 1,03% frente ao dólar. (Págs. 1, 17 a 19, Miriam Leitão e Arnaldo Jabor)


Paul Krugman

"O acordo, considerando dados disponíveis, é um desastre, não só para Obama e seu partido. Empurrará os EUA para um padrão República de Bananas." (Págs. 1 e 17)

Denúncia contra PMDB tem resposta diferente
Jucá pede desculpas à presidente Dilma por irmão ter dito que há corrupção em ministério

Diante das denúncias de que há corrupção no Ministério da Agricultura, comandado pelo PMDB, a presidente Dilma decidiu não agir de imediato, como ocorreu com o PR no Ministério dos Transportes. Mas o PMDB terá de provar que as acusações feitas pelo irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), são apenas briga interna. O partido vai levar o ministro Wagner Rossi, que nega irregularidades na Agricultura, para se explicar na Câmara. Jucá pediu desculpas a Dilma pelas denúncias do irmão, e ela aceitou. (Págs. 1, 3, 4, Merval Pereira e editorial "O porquê de não se fazer 'varredura geral'")
Jobim: ficar no governo é um prazer
O ministro Nelson Jobim, que revelara ter votado em Serra ano passado, disse ontem que "tem prazer" em ficar no governo e elogiou a presidente Dilma. Mas ela está irritada com Jobim. A permanência dele no governo depende de uma conversa entre os dois. (Págs. 1 e 5)

STF: músicos não precisam de registro
O Supremo Tribunal Federal dispensou os músicos do registro na Ordem dos Músicos do Brasil como pré-requisito para o exercício da profissão. Os ministros decidiram com base no direito constitucional da liberdade de expressão. (Págs. 1 e 9)
União quer que Delta devolva R$ 23 milhões
A Controladoria Geral da União recomendou à direção do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) que exija da Delta, empreiteira contratada para construir a nova sede, a devolução de R$ 23,5 milhões pagos com sobrepreço e por serviços executados em duplicidade. (Págs. 1 e 16)

Síria mata 85 no Massacre do Ramadã
Diante dos olhos e da inoperância da comunidade internacional, o regime de Bashar al-Assad matou mais 85 civis no que já é conhecido como Massacre do Ramadã. A ONU tenta nova condenação, sem pedir sanções ou intervenção militar. O Brasil integrará missão ao país. (Págs. 1 e 24)
De olho no mercado verde, vinícolas brasileiras estão produzindo vinho com menos impacto ambiental (Págs. 1 e Razão Social)

Política antissuicídio
A Foxconn, empresa que produz iPhones e iPads na China, terá pelo menos um milhão de robôs nas linhas de produção nos próximos três anos. A gigante, que também já prometeu fazer iPads no Brasil, viu diversos trabalhadores se suicidarem nos últimos meses. (Págs. 1 e 23)

Salvo pelo Google
Juan Paredes, o juiz equatoriano que condenou em tempo recorde jornalista Emilio Palacio e donos do diário "El Universo" a três anos de prisão e multa de US$ 40 milhões sob acusação de caluniar o presidente Rafael Correa, copiou parte da sentença de sites da internet. Na Argentina, o também juiz Eugenio Zaffaroni, considerado um aliado importante da presidente Cristina Kirchner, é acusado de alugar apartamentos onde funcionam prostíbulos. (Págs. 1 e 25)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Sob crítica, plano anticalote dos EUA passa na Câmara
Pacote fiscal, considerado tímido pela opinião pública, tem que ser votado hoje pelo Senado

A Câmara dos Deputados dos EUA aprovou a elevação do limite da dívida do país dos atuais US$ 14,3 trilhões para US$ 15,2 trilhões.

O aumento de US$ 900 bilhões, equivalente a quase metade do PIB brasileiro, foi aprovado por 269 votos a 161 e será submetido ao Senado, onde tem que ser discutido e aprovado ainda hoje. (Págs. 1 e Mundo Al2)

Clóvis Rossi
Slogan pode ser “no, you can’t” para Obama

Acuado entre alternativas de perder ou perder, presidente capitula, mas nem assim as nuvens da tormenta deixam o mundo respirar aliviado. Agora, o slogan de Obama de 2008 pode virar "no, you can't". (Págs. 1 e Mundo A13)

Benjamin Steinbruch

Ferozes cobradores de ontem ameaçam calote hoje. (Págs. 1 e Mercado B8)

Gustavo Patu

Brasil gasta mais que EUA para pagar jura da dívida. (Págs. 1 e Mundo A13)
Foto legenda: Sufoco
Imigrantes passam diante de caixões e corpos no porto de Lampedusa (Itália); 25 morreram em porão de navio vindo da Líbia. (Págs. 1 e Mundo A14)

Cuba promete facilitar viagens para o exterior
O ditador de Cuba, Raúl Castro, disse que "flexibilizará" as rígidas regras para viagens de cubanos ao exterior, sem detalhar, porém, a medida. Hoje é preciso permissão para deixar o país.

A promessa foi feita em assembleia do Partido Comunista, que aprovou mais de 300 pontos de reformas anunciados em abril - entre elas a ampliação da iniciativa privada. (Págs. 1 e Mundo A14)
Foto legenda: Corte militar
Na TV, o presidente da Venezuela. Hugo Chávez, exibe seu corte
"militar", que fez devido à queda de cabelo causada pela quimioterapia. (Págs. 1 e Mundo A15)

Após massacre, Brasil já admite tirar apoio à Síria
Após o massacre de 140 pessoas pelo governo sírio no domingo, o Brasil admitiu apoiar resolução do Conselho de Segurança da ONU contra o país se ela for consensual entre os membros permanentes. Para o Itamaraty, os atos deram um novo dado à situação. (Págs. 1 e Mundo A14)
Japonesa Kirin paga R$ 3,95 bi pela Schincariol
A empresa japonesa Kirin comprou, por R$ 3,95 bilhões, 50,45% das ações da Schincariol, dos irmãos Alexandre e Adriano Schincariol. Outra parte da família, dona do restante da cervejaria, quer anular a venda. O grupo faturou R$ 6 bilhões em 2010. (Págs. 1 e Mercado B4)
TAM usa piloto que não domina inglês em voos internacionais
A TAM descumpre normas de aviação internacional ao liberar para voos ao exterior pilotos com nível de inglês abaixo do exigido, informa Ricardo Gallo.

A empresa autoriza que eles operem o voo enquanto estiverem sobre território brasileiro, o que não é previsto na lei. A Anac diz não ver transgressão. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Editoriais
Leia "Sem contrapeso", sobre a relação entre o Executivo e o Congresso, e "O Brasil e a Síria", acerca da posição diante dos massacres no país. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Acordo nos EUA indica fragilidade e derruba bolsas
Mercado teme que o corte orçamentário previsto no acerto em Washington possa causar recessão

Os mercados concluíram que a economia dos EUA continua fraca, situação que tende a agravar-se com os cortes de despesas definidos na negociação política para elevar o teto da dívida do país. Resultado: as bolsas de valores abriram a semana com baixas em todo o mundo. Houve queda em São Paulo (0,49%), Nova York (0,09%), Frankfurt (2,86%) e Londres (0,70%). O acordo, que foi aprovado ontem na Câmara e seria votado hoje no Senado, prevê elevação do teto da dívida em US$ 2,4 trilhões (hoje são US$ 14,3 trilhões). Em troca, o governo Obama se compromete com reduções orçamentárias de até US$ 4 trilhões até 2022. O raciocínio dos investidores é que, com o corte, o governo americano tira dinheiro da economia. Além disso, há a possibilidade de rebaixamento do rating (nota de crédito) dos títulos dos EUA pelas agências de classificação de risco. (Págs. 1 e Economia B1, B3 e B4)


'Brasil está preparado'

O Brasil está preparado para um agravamento da situação econômica de países como os EUA, disse o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, destacando a reserva do País em moeda estrangeira. (Págs. 1 e Economia B4)


Artigos

Paul Krugman
Acordo é um desastre

A solução para a dívida americana será prejudicial para uma economia já fragilizada; quanto ao déficit a longo prazo, provavelmente vai piorar, não melhorar. (Págs. 1 e Economia B4)


José Paulo Kupfer
Um mundo sem 'AAA'

Um rebaixamento dos títulos do Tesouro dos EUA não significa reviravolta nas escolhas dos ativos mais seguros. Títulos "AA" podem ser os novos “AAA". (Págs. 1 e Economia B5)
Síria amplia repressão em mês sagrado
As forças do governo da Síria intensificaram a repressão à oposição no primeiro dia do Ramadã, o mês sagrado islâmico. Nos últimos dois dias, mais de cem pessoas foram mortas. Já os EUA ampliaram seus esforços para que o Conselho de Segurança da ONU aprove resolução condenando a violência do regime de Damasco. (Págs. 1 e Internacional A11)

Prefeitura de SP paga por exame não realizado
A Prefeitura de São Paulo paga à Fundação Instituto de Pesquisa e Diagnóstico, organização social ligada à Unifesp, por quantidades predeterminadas de exames, mesmo que eles não sejam realizados. O contrato está sendo auditado. (Págs. 1 e Vida A15)
Crianças e adolescentes fazem arrastões em SP (Págs. 1 e Cidades C3)

Corinthians se diz certo de que abrirá a Copa (Págs. 1 e Esportes E1)

Dora Kramer
Torcida contra

Acho que os oposicionistas torcem pelo pior, como defende o ex-presidente Lula, é supor que a inflação não doa no bolso de todos. (Págs. 1 e Nacional A6)

Notas e Informações
O acordo contra o calote

Acabou em poucas horas a comemoração do acordo para se evitar o calote do Tesouro dos EUA. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Obama impede calote, mas recessão ameaça
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, obteve uma vitória parcial na tentativa de sanar a maior economia do mundo. Um acordo entre democratas e republicanos na Câmara dos Deputados elevou o limite da dívida pública em US$ 2,1 trilhões, de forma a permitir que o governo norte-americano tenha condições de honrar compromissos financeiros, como o pagamento de salário de servidores e de juros aos credores internacionais. A proposta aprovada na Câmara será votada hoje no Senado, com previsão de novas dificuldades para Obama, que enfrenta resistência até entre os colegas de partido. Além da batalha para evitar o calote, a Casa Branca tem outro grave problema: a iminente recessão. O pessimismo com uma desaceleração nos EUA se disseminou pelos mercados, que registraram uma queda generalizada nas bolsas. Em Minas, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse que o Brasil está preparado para encarar a crise internacional. (Págs. 1, 10 e 11)
Fim do “eu não sabia”
Dilma exige que ministros prestem contas de todas as irregularidades cometidas ou denunciadas em suas pastas. (Págs. 1 e 2)
Esperança contra o descaso
Vyviane e Marcos ainda buscam razões para retomar a vida após a perda dos dois filhos num acidente, drama revelado pela repórter Lilian Tahan. Após sete meses de espera, um laudo que será divulgado hoje deve ajudar nas apurações sobre as causas do acidente, ocorrido em Goiás. O sofrimento do casal comoveu os leitores do Correio, que enviaram e-mails, cartas e fizeram comentários no site. (Págs. 1, 29 e Sr. Redator, 14)
Transporte: Ônibus caro pode custar empregos
Moradores do Entorno temem que o aumento das tarifas provoque a demissão de quem trabalha no DF. Os patrões chegam a gastar 61% a mais com o transporte deles. (Págs. 1 e 23)
Seca: 86 focos de incêndio num só dia
A Floresta Nacional e áreas próximas ao Aeroporto JK foram alguns dos locais atingidos ontem pelo fogo. A umidade relativa do ar caiu para 19%. (Págs. 1 e 24)
Chávez raspado
Venezuelano muda o visual

Em tratamento contra o câncer, ele garante estar eleito em 2012. (Págs. 1 e 17)
À prova de gripe
Anticorpo resiste a todos os vírus Cientistas anunciam a descoberta de célula que pode gerar vacina universal. (Págs. 1 e 19)
A batalha pelos votos do entorno
Partido de Agnelo Queiroz busca aliados para fazer frente à candidatura de Joaquim Roriz a prefeito de Luziânia. (Págs. 1 e 21)
Mais quatro áreas para os médicos
Conselho federal reconhece novas especialidades na saúde, entre elas as medicinas paliativa e tropical. (Págs. 1 e 9)
STF acaba com o registro de músicos
Supremo determina que o vínculo com a Ordem dos Músicos do Brasil não é mais obrigatório aos profissionais. (Págs. 1 e 25)
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Valor Econômico

Manchete: Plano Brasil Maior sai e desonera folha de salários
Alertada por líderes empresariais da necessidade de medidas de forte impacto na nova política industrial, a presidente Dilma decidiu, com seus ministros, garantir o corte de impostos sobre as folhas de salários em empresas que empregam muita mão de obra, como as dos setores de têxteis, calçados e móveis. Ela também anunciará hoje decreto para privilegiar fabricantes nacionais em compras de governo nos setores de Informática e Telecomunicações, Defesa e Saúde.

Ontem à noite, Dilma reuniu-se com ministros para definir os detalhes finais do "Plano Brasil Maior". A Polícia Federal será convocada a participar de um grupo formado pela Receita Federal e a Secretaria de Comércio Exterior, para combater fraudes nas importações. (Págs. 1 e A3)
Kirin compra a Schincariol por R$ 4 bi
A Kirin, tradicional fabricante japonesa de cerveja e refrigerantes, comprou 50,45% da Schincariol, segunda maior cervejaria do Brasil, por R$ 3,95 bilhões. Pela operação, fechada ontem, os japoneses compraram a parte do capital pertencente aos sócios Adriano Schincariol, presidente da companhia, e de seu irmão Alexandre Schincariol. O restante do capital (49,5%) continua sendo dos primos Gilberto e José Augusto Schincariol.

A Kirin, que faturou US$ 26,7 bilhões em 2010, interessou-se pelo negócio há quatro meses. Metade da dívida líquida da cervejaria brasileira, de R$ 1,1 bilhão, está sendo assumida pela Kirin. Adriano Schincariol deve permanecer no comanda por pelo menos um ano. (Págs. 1 e D3)
Acordo preserva os EUA de choque fiscal
O acordo para elevar o teto da dívida e reduzir o déficit orçamentário dos EUA poderia desacelerar ligeiramente o crescimento econômico do país no próximo ano, num momento em que a recuperação continua frágil. O acordo, porém, pode também elevar a confiança entre os investidores, empresas e consumidores porque elimina as incertezas e porque é um passo na direção de uma redução do déficit.

A primeira rodada de cortes de gastos será feita no ano fiscal 2012, que começa em outubro. Os gastos discricionários, que precisam de aprovação do Congresso, cairiam em US$ 25 bilhões, ou 2,1%, em relação ao valor projetado pelo CBO, órgão do Congresso que assessora os partidos em temas orçamentários. Os cortes reduziriam entre 0,1 e 0,2 ponto percentual a taxa de crescimento. O projeto de lei pede outros US $ 47 bilhões em cortes de gastos discricionários no ano fiscal de 2013, uma redução de 3,9% em relação à estimativa do CBO. (Págs. 1 e A9)

Produção industrial global perde fôlego

A produção industrial global está próxima da estagnação, confirmando que a desaceleração na economia mundial é forte e ampla. Cresce o sentimento no mercado de que o aperto fiscal nos EUA e na Europa vai travar a economia internacional por vários anos, afetando o comércio internacional, os mercados de ações, os preços de commodities industriais e mantendo as taxas de juros baixas por mais tempo do que se previa. (Págs. 1 e A8)
Foto legenda: Planejamento estratégico
O plano do grupo de publicidade Publicis para o Brasil está traçado. Maurice Lévy, CEO mundial, diz ao 'Valor': "Nossa ambição é nos tornarmos o primeiro ou segundo ator em dois ou três anos".(Págs. 1 e B6)
Asiáticos farão máquinas pesadas no país
Quatro gigantes asiáticos da indústria de máquinas pesadas de construção devem desembarcar no Brasil nos próximos dois anos e investir US$ 610 milhões na construção de fábricas no país. A necessidade de grandes investimentos em infraestrutura, mineração e habitação atraíram as sul-coreanas Hyundai e Doosan e as chinesas Sany e Xuzhou Group.

Todas já testaram o mercado com importações. As vendas de máquinas da Hyundai no Brasil, por exemplo, mais do que triplicaram em 2010 e o grupo anunciou plano de investir US$ 150 milhões em uma fábrica em Itatiaia. (Págs. 1 e B1)
Como educar o investidor?
No contexto atual de expansão econômica, renda e oferta de crédito maiores, a educação financeira se torna mais importante. O tema entrou na pauta do governo e começa a ganhar as salas de aula. Mas, alertam os especialistas, deve ser assunto também de família, para adultos e crianças. Ser um investidor bem informado e educar financeiramente os filhos são cruciais para o futuro de cada um - e do país. A ValorInveste circula hoje para assinantes e venda em bancas. (Págs. 1 e Revista)
ViaQuatro prevê receitas de R$ 540 mi por ano com metrô, diz Valença (Págs. 1 e B7)

Brasil começa a criar regulamentação para agências de rating (Pág. 1)

Países e empresas entram na era da ciberguerra (Págs. 1 e A12)

Energia sem termelétrica
A seca habitual de inverno este ano demorou mais a chegar nas áreas onde estão localizados os reservatórios de usinas hidrelétricas. Até o dia 31 de julho, não foi preciso acionar usina termelétrica. (Págs. 1 e A2)


Cautela argentina
Ao contrário do que afirmam funcionários do governo em Brasília, a Argentina vê com cautela a proposta brasileira de aumentar as tarifas de importação do Mercosul para proteger a indústria contra produtos chineses. (Págs. 1 e A3)
Campanhas salariais
Os reajustes salariais do segundo semestre não pressionarão a inflação. Esta é a avaliação da equipe econômica do governo, contestada por metalúrgicos, petroleiros e bancários, que começam a negociar aumentos nos salários. (Págs. 1 e A4)

Shopping com jardim
Redescoberto pelo mercado imobiliário, o paisagismo e começa a ser item obrigatório nos pianos de shoppings - inclusive aqueles direcionados à classe C. Nos últimos 12 meses, a Landscape dobrou o número de projetos para esses espaços. (Págs. 1 e B5)
Embaré no Sudeste
Depois de cinco décadas vendendo leite em pó sobretudo para a região Nordeste, a mineira Embaré estreou ontem um novo produto para tentar reforçar sua presença no Sudeste. (Págs. 1 e B12)

HSBC sai de crédito para veículos
O HSBC Brasil está saindo do ramo de financiamento de veículos para não clientes. O banco suspendeu a oferta de crédito em 300 concessionárias e revendas. A instituição estaria negociado a venda da carteira para o PanAmericano. (Págs. 1 e C1)

Parcerias da Cielo
A Cielo fechou parceria com a Credicard e já está aceitando em suas máquinas transações com o Diners Club International. O acordo também contempla a captura de operações com os cartões da Discover. (Págs. 1 e C7)
Ideias
Antonio Delfim Netto

O Tesouro dos Estados Unidos não enfrenta problema de solvência e muito menos de liquidez. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Luiz Gonzaga Belluzzo

Graças a estratégias eficazes, os chineses não só crescem acima da média mundial com elevada taxa de investimento. (Págs. 1 e A11)
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Estado de Minas

Manchete: Dívida de Minas vira bomba-relógio
Se o governo federal não ceder e mantiver o indexador da dívida dos estados, Minas Gerais pode ter de pagar conta estratosférica a partir de 2028, comprometendo até 40% da sua receita líquida real. O saldo devedor, negociado em 1998, era de R$ 15 bilhões. Hoje, mesmo após o pagamento de R$ 17 bilhões, saltou para R$ 57 bilhões. O grande vilão do endividamento é a aplicação do IGP-DI (20% ao ano incluindo juros), que afeta também outros estados. Os secretários de Fazenda estão mobilizados para adoção da taxa Selic (9,5% ao ano), usada pelo governo federal. “Essa indexação transformou-se em monstro devorador dos recursos”, diz o secretário mineiro, Leonardo Colombini. (Págs. 1, 3 e Editorial, 10)
Obama junta os cacos após aprovar acordo
A Câmara dos EUA aprovou ontem o aumento do teto da dívida em US$ 2,1 trilhões. A expectativa agora é de que o Senado também aprove hoje, já que os democratas são maioria na Casa. O acordo causou alívio no país e no mundo porque evita calote. Mas tem alto preço para o presidente Barack Obama. Além do desgaste político e de ter ido a público pedir aos americanos para pressionar os congressistas por um consenso, ele terá de recuperar a economia, que patina desde a crise de 2008 e apresenta resultados cada vez mais desanimadores. Analistas avaliam que o calote foi substituído pela desaceleração da economia. (Págs. 1 e 12)
Apreensão faz bolsas fecharem no vermelho (Págs. 1 e 13)

BC não teme crise mundial
Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, diz a empresários mineiros que Brasil está preparado para turbulência financeira. (Págs. 1 e 13)
Foto legenda: Novo visual
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, apareceu ontem em ato público com o cabelo raspado. Ele brincou com os efeitos do tratamento da quimioterapia a que foi submetido após remoção de tumor. (Págs. 1 e 17)
Família de engenheiro morto no Peru suspeita de envenenamento
O corpo do mineiro Mário Augusto Soares Bittencourt foi encaminhado ontem ao IML de Belo Horizonte a pedido de parentes. A suspeita da família é de que ele e o geólogo Mário Gramani Guedes tenham sido envenenados. Certidão de óbito emitida pelo consulado em Lima aponta edemas pulmonar e cerebral como causas das mortes. (Págs. 1 e 19)
Fertilizante vira droga para jovens
Anvisa decide hoje se considera o estimulante mefedrona, conhecido como Miau-Miau, uma droga ilícita ou se apenas controla venda para a agricultura. Produto tem sido usado em baladas de clubes noturnos. (Págs. 1 e 21)
Entrega de água e gás vai encarecer
Lei que entra em vigor na quinta-feira obriga motos a ter reboque para carregar os produtos. Empresas dizem que isso deve provocar reajuste de 10% ao consumidor. (Págs. 1 e 14)
Justiça
Vereadores de fronteira vão continuar na cadeia. (Págs. 1 e 5)
Arte livre: Licença para músicos deixa de ser obrigatória (Págs. 1 e 8)

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Jornal do Commercio

Manchete: Cartão clonado à venda na internet
Homem detido no Recife revelou que enviou pela rede de computadores dados subtraídos de caixa eletrônico para falsificador em Sergipe. Cada cartão enviado ao Recife custava R$ 500. (Págs. 1 e Cidades 1)
Descartado surto de superbactéria (Págs. 1 e Cidades 2)

Planos de saúde ganham batalha contra médicos (Págs. 1 e Economia 2)

Muita demora no seguro-desemprego (Págs. 1 e Economia 3)

Abreu e Lima deve trocar local de feira livre caótica (Pág. 1)

Carteira da Ordem dos Músicos perde obrigatoriedade (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: Triplica devolução de armas no Estado
Desde a ampliação do número de postos de coleta, gaúchos passaram a entregar cerca de 35 revólveres, espingardas e similares por dia nas polícias do RS. (Págs. 1 e 36)
Obama respira: Câmara aprova proposta para evitar calote
Hoje, Senado americano deve ratificar texto que eleva teto da dívida. (Págs. 1 e 24)



Sem cabelo: Hugo Chávez aparece com novo visual
Presidente da Venezuela faz tratamento contra câncer. (Págs. 1 e 25)

Educação: Novo Ensino Médio prevê mais horas letivas (Págs. 1 e 26)

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Brasil Econômico

Manchete: Câmara dos EUA aprova acordo para elevar teto da dívida
Liderados pelos republicanos, deputados dão sinal verde, por 269 votos a 161, para que o presidente Barack Obama aumente em US$ 2,1 trilhões o limite de endividamento do país. Em contrapartida, o governo terá de cortar US$ 2,4 trilhões em gastos nos próximos dez anos. Votação segue agora para o Senado. (Págs. 1 e 40)
Pressão de ambientalistas faz BID abrir investigação sobre obras do Rodoanel
Enquanto o caso está sendo analisado pelo banco, dinheiro do financiamento não é liberado. Governo paulista pretende publicar decreto que permite desapropriações na Serra da Cantareira nos próximos 15 dias. (Págs. 1 e 4)

Corretoras retomam conservadorismo na indicação de renda variável para aplicações em agosto
A carteira recomendada de 14 corretoras mostra tom mais defensivo devido ao cenário mundial ainda turbulento. Ações do setor elétrico ganham espaço e Cemig empata com Petrobras em número de indicações. (Págs. 1 e 34)
Ministros de Dilma se articulam de olho nas eleições municipais de 2012
O assunto é tratado com cautela dentro do governo, mas a presidente Dilma Rousseff já deixou claro para interlocutores que aqueles que deixarem o cargo não encontrarão as portas abertas em caso de derrota nas urnas. (Págs. 1 e 10)

Bancos preparam venda de títulos imobiliários em agências para emprestar mais
Grandes bancos preparam a distribuição de investimentos lastreados em crédito imobiliário na rede de agências — caso do Bradesco, Citi e Caixa, que buscam captar recursos para ampliar empréstimos. (Págs. 1 e 30)

Jac investe R$ 900 milhões em fábrica de carros no Brasil para atender à demanda local, da Argentina e do México, diz o presidente do grupo SHC, Sérgio Habib (Págs. 1 e 26)

Gigante japonesa Kirin paga R$ 3,95 bi pelo controle do grupo Schincariol e desembarca no mercado latino-americano de bebidas para fazer frente à Ambev e Heineken (Págs. 1 e 40

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Google cria nova rede social para competir com Facebook


Google cria nova rede social para competir com Facebook
Executivos afirmam que aprimorar o Orkut continua nos planos do Google
Claudia Tozetto, iG São Paulo

O Google deu início hoje a sua mais nova rede social para competir com o Facebook, o Google+ Project. O serviço, acessível apenas para convidados na fase inicial que podem convidar outras pessoas a participar, permite que as pessoas compartilhem e discutam atualizações de status, de modo similar ao Facebook. Em mensagem no blog oficial, a empresa afirma que continuará aprimorando o Orkut.

Reprodução
Google+ Project está em fase de testes e aberto apenas para convidados
Segundo o jornal The New York Times, o Google+ Project pretende se diferenciar da rede social de Mark Zuckerberg por ter sido desenvolvido para compartilhar informações com pequenos grupos, como colegas de trabalho ou do curso de inglês, em vez de disponibilizar as informações para qualquer internauta.
O recurso de criação de grupos, no entanto, já funciona no Facebook desde outubro de 2010. Com ela, já é possível adicionar certos usuários de sua rede de contatos a um grupo e compartilhar informações exclusivamente com eles. É possível definir, inclusive, níveis de privacidade diferentes para as informações disponibilizadas por cada grupo e organizar conversas em grupo por meio do chat.
Demora em lançar serviço pode atrapalhar desempenho
Em maio, os sites do Google registraram mais de 1 bilhão de visitantes únicos em todo o mundo, se tornando a primeira empresa de internet a ultrapassar a marca, de acordo com a comScore. No campo das redes sociais, no entanto, a empresa não tem conseguido o sucesso esperado: o Orkut, a rede social mais popular no Brasil, já foi ultrapassado em todos os outros países. O Buzz, ferramenta de compartilhamento integrada ao Gmail, foi outra tentativa mal sucedida.
Segundo o Google, a chegada do Google+ não interfere nos planos do Google para o Orkut, que continuará recebendo aprimoramentos. Além disso, a empresa pretende estender os recursos do Google+ para os usuários do Orkut, conforme lançá-los.
O Facebook, que aparece em terceiro lugar no ranking com 714 milhões de visitantes únicos. Apesar disso, os usuários passam mais tempo conectados à rede social do que aos serviços do Google: foram 250 bilhões de minutos conectados ao Facebook em maio, contra 200 bilhões de minutos gastos em sites do Google.
Segundo o Google, a nova iniciativa nas redes sociais poderá, inclusive, melhorar outros serviços do Google, como as buscas e os mapas, que poderão ser personalizadas com base no perfil de cada usuário. Em entrevista ao jornal, Vic Gutondra, vice-presidente sênior de engenharia do Google, afirmou que o Google+ reflete o aprendizado da empresa com as iniciativas passadas em redes sociais.
Como a nova rede social funciona
Os primeiros convidados do Google+ poderão criar seus primeiros grupos com base nos contatos do Gmail. Com o recurso arraste-e-solte, o usuário poderá adicionar o contato em diversos círculos, que receberão nomes personalizados, como "Trabalho" ou "Faculdade". Confira no vídeo abaixo como funciona o recurso Circles (em inglês):
Segundo o site Mashable, é fácil navegar na nova rede social e os usuários entendem onde estão os recursos após poucos minutos de uso. A área principal da rede social, chamada de Google+Stream, é parecida com o Feed de notícias do Facebook. A área Google+ Circles permite colocar os amigos em grupos específicos de relacionamento.
A rede social também ganhou um recurso chamado Google+ Hangouts, que permite organizar videoconferências em grupo. O serviço troca a imagem da pessoa, de acordo com o Mashable, com base na conversa entre os usuários. Assim, ao trocar de interlocutor, o sistema automaticamente troca a imagem mostrada para o usuário.
O botão Google+1 está integrado à rede social por meio do recurso Google+ Sparks. Há também um recurso de compartilhamento de fotos, que ganhou ferramentas parecidas com serviços com Instagram, que permitem tornar as fotos mais artísticas ou personalizadas por meio de filtros.
No lançamento da versão de testes, o Google+ já ganhou uma versão para smartphones que tem apenas dois recursos: o Google+ Huddle, uma ferramenta de envio de mensagens para os grupos, e uma ferramenta para upload de fotos. Essa ferramenta, segundo o Mashable, faz uploads das fotos tiradas pelo usuário instantâneamente, já que roda em segundo plano no aparelho - recurso que pode trazer problemas para o Google em relação à privacidade dos usuários.

domingo, 29 de maio de 2011

Ex-generais da ditadura argentina condenados à prisão perpétua

Militares violaram os direitos humanos na província de Tucumán e perderam direito de receber a aposentadoria


BUENOS AIRES - Os ex-generais argentinos Antonio Bussi e Luciano Menéndez foram dispensados do Exército para cumprirem a pena de prisão perpétua à qual foram condenados por cometer crimes contra a humanidade, informou neste sábado (28) o Ministério da Defesa do país.

A resolução que dispõe da dispensa dos dois ex-generais de divisão, condenados por violação dos direitos humanos na província de Tucumán durante o período da ditadura (1976-1983), foram assinadas por Arturo Puricelli, ministro da Defesa. A baixa acarreta na perda do direito de ambos receberem a aposentadoria.

Menéndez, de 83 anos, e Bussi, de 85, foram condenados em agosto de 2008 como co-autores do sequestro, tortura e assassinato do senador peronista Guillermo Vargas Aignasse, em 1976, em Tucumán.

Eles receberam penas de "prisão perpétua e inabilitação absoluta e perpétua".

Desde a anulação em 2003 das leis de anistia, dezenas de processos relacionados a crimes contra a humanidade estão em curso na Argentina.

Cerca de 30 mil pessoas despareceram durante a ditadura no país, de acordo com números dos organismos humanitários.


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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Após casamento visto por milhões, Kate e William festejam em Londres


Após o casamento que foi assistido por milhões em todo mundo, o príncipe William e sua mulher, Kate Middleton, agora participam de recepções para os centenas de convidados do enlace, ocorrido pela manhã em Londres.
A polícia londrina estima que cerca de um milhão de pessoas acompanharam nas ruas a cerimônia e passagem dos noivos, que se casaram na Abadia de Westminster. Outras centenas de milhões de pessoas assistiram à cerimônia pela televisão ou pela internet ao redor do mundo.
Depois do casamento, os recém-casados seguiram para o Palácio de Buckingham, residência oficial da rainha Elizabeth 2ª em Londres.
Lá a monarca foi anfitriã da primeira recepção.
Um banquete foi oferecido para os mais de 600 convidados, entre eles chefes de Estado, celebridades, amigos e familiares do casal.
À noite, o duque e a duquesa de Cambridge – títulos que William e Kate agora passam a ostentar – seguiram para uma segunda recepção, desta vez promovida pelo pai do noivo, o príncipe Charles.
Segurança
William e Kate
Polícia montou grande esquema de segurança para o casamento
A polícia montou um grande esquema de segurança para garantir que o casamento transcorresse tranquilamente.
Mais de 50 pessoas foram presas, a maioria por pequenos distúrbios. Dez dos detidos carregavam cartazes contra a monarquia ou equipamentos de escalada.
A polícia também manteve sob observação dois pequenos protestos contra o casamento no centro de Londres, mas disse que ambos permaneceram calmos.
Cerca de 1,9 mil convidados compareceram à cerimônia, e entre 3 mil e 5 mil pessoas acamparam durante a noite ao redor da abadia.
Outros milhares dormiram acampados ao longo da rota do casal, entre a igreja e o Palácio de Buckingham.
William e Kate desfilaram após a cerimônia na carruagem State Landau 1902, aberta, que também foi usada no casamento dos pais do príncipe, Charles e Diana, em 1981.
A cerimônia transcorreu como planejado, embora William tenha se atrapalhado ao colocar o anel no dedo de Kate. O anel parecia ser pequeno demais para o dedo da noiva, mas, com um pouco de esforço, acabou entrando.
Seguindo a tradição, a joia foi feita com ouro de Gales e dado ao noivo pela rainha. Elizabeth 2ª também emprestou a Kate a tiara de diamantes que ela usou sob o véu.
Pontualmente às 13h25 (horário de Londres), como previsto, William e Kate apareceram na sacada do Palácio de Buckingham ao lado da rainha Elizabeth 2ª, dos pais de Kate, Carole e Michael, do príncipe Charles e outros membros da família real.
Para delírio da multidão que se aglomerava à frente do palácio, os dois trocaram seu primeiro beijo público.
Clique Leia mais na BBC Brasil: Sob os olhos do mundo, Kate e William se tornam marido e mulher
Vestido
Kate Middleton chegou à abadia usando um vestido longo e branco, de mangas rendadas, deixando entrever os ombros. O trabalho foi feito pela Escola Real de Costura, em Hampton Court.
William, Kate e a família real na sacada do Palácio de Buckingham
William e Kate acenaram do Palácio de Buckingham para a multidão
Sob o véu de 2,7 metros, Kate usava uma tiara de diamantes e dois delicados brincos de brilhantes.
A peça foi desenhada por Sarah Burton, diretora de criação da grife fundada por Alexander McQueen, ícone da moda britânica morto no ano passado.
Segundo uma leitura labial feita por um especialista a pedido do jornal The Guardian, as primeiras palavras de William ao ver a noiva - que caminhou por uma avenida de árvores dentro da igreja - foram "você está linda".
William vestia uniforme militar e a esperava ao lado do irmão, o príncipe Harry, padrinho do casamento.
O casal foi oficialmente casado pelo arcebispo de Cantuária às 11h20 (7h20 em Brasília).
Com o casamento, Kate passa a ser duquesa de Cambridge, já que, horas antes, a rainha Elizabeth 2ª concedeu o título de duque de Cambridge a William.
O príncipe também se tornou conde de Strathearn e Barão Carrickfergus, transformando Kate em Condessa de Strathearn e Baronesa Carrickfergus.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Dilma diz que governo deve conviver com críticas da imprensa

DE SÃO PAULO
Durante a cerimônia de comemoração dos 90 anos da Folha de S.Paulo, a presidente da República, Dilma Rousseff, declarou que o governo "deve saber conviver com as críticas dos jornais para ter um compromisso real com a democracia" e que deve haver um convívio "civilizado com a multiplicidade de opiniões, crenças e propostas."
Alckmin classifica liberdade de imprensa como 'pleonasmo'
Kassab diz que Folha é 'importante' para a liberdade de imprensa
Otavio Frias Filho reafirma compromissos editoriais da Folha
Ato multirreligioso celebra 90 anos da Folha
A presidente celebrou a existência de liberdade de imprensa no Brasil e afirmou que ser jornalista no Brasil tem sido um ato de coragem.
"A censura obrigou o primeiro jornal brasileiro a ser impresso em Londres em 1808. De Líbero Badaró a Vladimir Herzog, ser jornalista no Brasil tem sido um ato de coragem."
"Livre, plural e investigativa, a imprensa é imprescindível para a democracia num país como o nosso, que, além de continental, agrega diferenças culturais."
A presidente disse ainda que no Brasil, "com uma democracia tão nova", "devemos preferir o som das vozes criticas da imprensa livre ao silêncio das ditaduras".
NOVOS TEMPOS
Dilma declarou que a imprensa escrita atravessa um momento histórico devido aos avanços tecnológicos. "A internet modificou para sempre a relação dos leitores com os jornais."
O grande desafio, disse ela, é "oferecer um produto que não perca profundidade e como tornar as críticas dos leitores um ativo dos jornais".
A petista disse ainda acreditar que, "com a mesma dedicação que enfrentaram censura, [os jornais] vão enfrentar as respostas para esse novo desafio".


HOMENAGEM

A presidente afirmou que Octavio Frias de Oliveira (1912-2007), publisher da Folha, é referência para toda a imprensa nacional.
"Ele foi um exemplo de jornalismo dinâmico e inovador. Trabalhador desde os 14 anos de idade, ele transformou a Folha de S.Paulo em um dos jornais mais importantes do país e foi responsável por revolucionar a forma de fazer jornalismo no nosso Brasil."
Ela lembrou que o jornal ocupou um papel "decisivo em momentos marcantes da nossa história, como foi o caso das Diretas Já".

Jorge Araújo/Folhapress
ORG XMIT: XXX SAO PAULO) SP 21 02 2011 90 ANOS DE FOLHA A presidente Dilma Rousseff, artistas,empresarios, ministros e autoridades durante cerimonia dos 90 anos de Folha na sala São Paulo Jorge Araujo Folha Press
Para a presidente Dilma Rousseff, 'ser jornalista no Brasil tem sido um ato de coragem'
VEJA A ÍNTEGRA DO DISCURSO DE DILMA ROUSSEFF
Eu queria desejar boa noite a todos os presentes.
Cumprimentar o sr. Michel Temer, vice-presidente da República, o nosso governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e a senhora Lu Alckmin. Queria cumprimentar o senador José Sarney, presidente do Senado. Queria cumprimentar também o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Cumprimentar o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia. O ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo Tribunal Federal, por meio de quem cumprimento os demais ministros do Supremo presentes a esta cerimônia.
Queria cumprimentar a família Frias, o Luiz, o Otavio, a Maria Cristina, e queria cumprimentar também o senhor José Serra, ex-governador do Estado.
Dirijo um cumprimento especial também aos governadores aqui presentes e também aos ministros de Estado que me acompanham nesta cerimônia. Cumprimento o senhor Barros Munhoz, presidente da Assembleia Legislativa do Estado.
Queria cumprimentar também todos os senadores, deputados e senadoras, deputados e deputadas federais, deputados e deputadas estaduais. Queria cumprimentar o senhor Paulo Skaf, presidente da Fiesp. Dirigir um cumprimento especial aos representantes das diferentes religiões que estiveram neste palco.
Dirigir também um cumprimento a todos os funcionários do Grupo Folha. Queria cumprimentar os senhores e as senhoras jornalistas. E a todos aqueles que contribuem para que a Folha seja diariamente levada até nós.
Eu estou aqui representando a Presidência da República, estou aqui como presidente da República. E tenho certeza que cada um de nós percebe, hoje, que o Brasil é um país em desenvolvimento econômico acelerado. Que aspira ser, ao mesmo tempo, um país justo, uma nação justa, sem pobreza, e com cada vez menos desigualdade. Para todos nós isso não é concebível sem democracia. Uma democracia viva, construída com esforço de cada um de nós, e construída ao longo destes anos por todos aqui presentes. Que cresce e se consolida a cada dia. É uma democracia ainda jovem, mas nem por isso mais valorosa e valiosa.
A nossa democracia se fortalece por meio de práticas diárias, como os diferentes processos eleitorais. As discussões que a sociedade trava e que leva até as suas representações políticas. E, sobretudo, pela atividade da liberdade de opinião e de expressão. E, obviamente, uma liberdade que se alicerça, também, na liberdade de crítica, no direito de se expressar e se manifestar de acordo com suas convicções.
Nós, quando saímos da ditadura em 1988, consagramos a liberdade de imprensa e rompemos com aquele passado que vedava manifestações e que tornou a censura o pilar de uma atividade que afetou profundamente a imprensa brasileira.
A multiplicidade de pontos de vista, a abordagem investigativa e sem preconceitos dos grandes temas de interesse nacional constituem requisitos indispensáveis para o pleno usufruto da democracia, mesmo quando são irritantes, mesmo quando nos afetam, mesmo quando nos atingem.
E o amadurecimento da consciência cívica da nossa sociedade faz com que nós tenhamos a obrigação de conviver de forma civilizada com as diferenças de opinião, de crença e de propostas.
Ao comemorar o aniversário de 90 anos da Folha de S.Paulo, este grande jornal brasileiro, o que estamos celebrando também é a existência da liberdade de imprensa no Brasil.
Sabemos que nem sempre foi assim. A censura obrigou o primeiro jornal brasileiro a ser impresso em Londres, a partir de 1808. Nesses 188 anos de independência, é necessário reconhecer que na maior parte do tempo a imprensa brasileira viveu sob algum tipo de censura. De Líbero Badaró a Vladimir Herzog, ser um jornalista no Brasil tem sido um ato de coragem. É esta coragem que aplaudo hoje no aniversário da Folha.
Uma imprensa livre, plural e investigativa, ela é imprescindível para a democracia num país como o nosso, que além de ser um país continental, é um país que congrega diferenças culturais apesar da nossa unidade. Um governo deve saber conviver com as críticas dos jornais para ter um compromisso real com a democracia. Porque a democracia exige sobretudo este contraditório, e repito mais uma vez: o convívio civilizado, com a multiplicidade de opiniões, crenças, aspirações.
Este evento é também uma homenagem à obra e ao legado de um grande empresário. Um homem que é referência para toda a imprensa brasileira. Octavio Frias de Oliveira foi um exemplo de jornalismo dinâmico e inovador. Trabalhador desde os 14 anos de idade, Octavio Frias transformou a Folha de S.Paulo em um dos jornais mais importantes do nosso país. E foi responsável por revolucionar a forma de se fazer jornalismo no nosso Brasil.
Soube, por exemplo, levar o seu jornal a ocupar espaços decisivos em momentos marcantes da nossa história, como foi o caso da campanha das Diretas-Já. Soube também promover uma série de inovações tecnológicas, tanto nas versões impressas dos seus jornais, como nas novas fronteiras digitais da internet.
Reafirmo nessa homenagem aos 90 anos da Folha de S.Paulo meu compromisso inabalável com a garantia plena das liberdades democráticas, entre elas a liberdade de imprensa e de opinião.
Sei que o jornalismo impresso atravessa um momento especial na sua história. A revolução tecnológica proporcionada pela internet modificou para sempre os hábitos dos leitores e, principalmente, a relação desses leitores com seus jornais. Como oferecer um produto que acompanhe a velocidade tecnológica e não perca a sua profundidade? Como aceitar as críticas dos leitores e torná-las um ativo do jornal?
Sei que as senhoras e os senhores conhecem a dimensão do desafio que enfrentam, e que, com a mesma dedicação com que enfrentaram a censura, irão encontrar a resposta para esse novo desafio. E desejo a vocês o que nesse caminho sintetiza melhor o sucesso: que dentro de 90 anos a Folha continue sendo tão importante como agora para se entender o Brasil.
É nesse espírito que parabenizo a Folha pelos seus 90 anos. Parabenizo cada um daqueles que contribuem, e daquelas que contribuem, para que ela chegue à luz. A todos esses profissionais que lhe dedicam diariamente o melhor do seu talento e do seu trabalho.
Por fim, reitero sempre, que no Brasil de hoje, nesse Brasil com uma democracia tão nova, todos nós devemos preferir um milhão de vezes os sons das vozes críticas de uma imprensa livre ao silêncio das ditaduras.
Muito obrigada.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

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O prefeito de Teresópolis, Jorge Mario (PT), declarou em entrevista coletiva na tarde deste domingo que até duas mil famílias moradoras de área de risco do município podem ser acomodadas em barracas enquanto esperam pela construção de casas populares. ...

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José Alencar recebe visita de ex-presidente Diário Catarinense (Assinatura)
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